19 de May de 2012
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Gerar conteúdo relevante e constantemente atualizado é igualmente importante tanto para o sucesso e a sobrevivência de um profissional do meio acadêmico quanto para uma empresa na internet.

Afinal, o que o seu consumidor ou cliente em potencial procura quando faz uma pesquisa no Google ou visita o seu site? Ele quer informação sobre alguma coisa de que necessita no momento. Pode ser o detalhe técnico de uma câmera fotográfica que pretende comprar, a previsão do tempo para o próximo fim de semana, algum vídeo engraçado para descontrair o estresse do dia ou o contato de um fornecedor para complementar o terceiro orçamento de uma licitação. Quanto mais prático, elucidativo ou atraente for o conteúdo, mais chances terá de ser relevante e maiores as chances de quem acessou voltar interessado em novos conteúdos, em um orçamento ou em uma compra direta.

Nos EUA, o conteúdo é levado tão a sério que se transformou em um braço do marketing digital (o content marketing, ou marketing de conteúdo) com vários sites e portais especializados no assunto, entre eles o Content Marketing Today (www.contentmarketingtoday.com). Um dos principais gurus na área é Joe Pulizzi (www.joepulizzi.com), autor do livro Get Content, Get Customers (Gere Conteúdo, Gere Clientes, em uma tradução livre). No Brasil, curiosamente, o content marketing ainda é pouquíssimo explorado, revelando talvez o pouco valor que damos ao que é nosso, uma característica cultural, aliás.

Mas isso não é de todo ruim. Ao contrário, é uma oportunidade para sua empresa se posicionar no mercado, criar diferenciais e se aproximar de seus clientes e consumidores. Para isso, o primeiro passo é descobrir as maiores prioridades e necessidades do seu público-alvo, aquilo que eles mais procuram na internet. O segundo é desenvolver material que atenda a estas necessidades com um alto grau de satisfação.

Como se vê, marketing de conteúdo é uma área com muito potencial e que pode se desdobrar em várias atividades, de acordo com o perfil do público-alvo, segmento de atuação e características da empresa. Para não estender a questão, vou listar cinco fundamentos essenciais que servem de referência para iniciar esse trabalho:

1. Tenha uma mensagem principal: O marketing de conteúdo é, antes de mais nada, uma forma de relacionamento e envolvimento com o seu cliente. Portanto, não perca a oportunidade de transmitir a imagem que deseja: credibilidade, versatilidade, qualidade, etc.

2. SEO depende de conteúdo relevante, e vice-versa: No Brasil, muitas empresas consideram que apenas o trabalho de SEO (colocar os site nas primeiras posições nas pesquisas do Google) é suficiente para gerar negócios. Mas sem conteúdo que atraia o interesse dos visitantes, a otimização se transforma em uma espécie de propaganda enganosa. Seu cliente pode encontrar o site, mas não as informações que realmente procura ou deseja, que vai frustrá-lo. Já conteúdo sem SEO é como ter um belo outdoor no meio do deserto. Nesse caso, quem acaba se frustrando é você.

3. Encare o conteúdo como uma prestação de serviço ao seu cliente em potencial: Veja o exemplo do site da Likestore, um aplicativo que transforma sua fan page no Facebook em uma loja. Além das informações sobre o funcionamento e vantagens, o site possui manual passo-a-passo para instalação e configuração que pode ser baixado. Já o portal IDG Now! (www.idgnow.uol.com.br), voltado para profissionais de tecnologia, oferece relatórios técnicos e estudos (White papers) em diversas áreas de TI.

4. “Espalhe” conteúdo pela internet: Estude todas as oportunidades para criar conteúdos nas redes sociais, mas lembre-se de que terá de seguir as características de cada uma. As pessoas interagem de uma forma no Facebook e de uma forma diferente no Twitter, por isso é preciso estudar suas diferentes linguagens e se adaptar a elas. Procure as empresas no Brasil e no exterior que melhor utilizam esses sites e avalie formas de implementá-las. Uma referência é a construtora Tecnisa (www.tecnisa.com.br), presente em praticamente todas as redes e mídias sociais.

5. Incentive o compartilhamento e a participação: Outra característica importante das redes e mídias sociais é a de permitir que as pessoas comentem, avaliem e compartilhem o conteúdo que lhes interessa, tornando-o mais dinâmico e aumentando seu potencial de viralização.

Fonte: E-Commerce News e Google

Iniciar uma loja virtual hoje é mais simples como há alguns anos atrás iniciar um blog. Existem atualmente centenas de modelos de aluguel de plataformas pré-prontas, ou ainda, pacotes gratuitos de códigos de instalação e utilização imediata. Porém, o que irá realmente determinar o sucesso da loja virtual é a forma que o lojista se dedicará ao negócio. As lojas virtuais têm praticamente a mesma base tecnológica, seguir essas dicas pode ser o diferencial entre mais vendas e o marasmo do oceano azul.

Manter os Conteúdos Frescos

O objetivo principal é promover motivos para que os clientes revisitem o site constantemente, porque dessa forma estaremos criando uma cultura de relacionamento, ou seja, a simples visitação costumeira poderá fomentar subsídios para novas vendas. Para isso, engaje blogs, notícias relevantes, comentários de usuários, promoções, até mesmo as descrições dos produtos, que muitas vezes, uma vez escritas nunca mais são atualizadas.

Integrar-se com as Redes Sociais

Recente estudo comprovou que as redes sociais estão tendo mais audiência que os tradicionais portais da internet. Todo esse potencial e exposição deve ser utilizado a favor da loja virtual, para isso é importante que exista mecanismos que facilitem o compartilhamento dos conteúdos através das redes sociais. Outra forma é utilizar das redes para agregar seguidores através de promoções e campanhas. Por conseqüência, essa exposição irá auxiliar na melhor classificação nos motores de busca.

Pratique um Comércio Fácil

Acredito que essa a regra mais tradicional do comércio convencional que deve ser transportado para o comércio eletrônico, minimizar as barreias que possam fazer com que os possíveis clientes abandonem a intenção de compra. Entre os principais facilitadores estão: processo de fechamento de pedido único, nenhum foco de distração, formulário de cadastro facilitado ou no melhor dos casos a “venda expressa”. Enfim quanto mais fácies, simplificados e rápidos um processo de compras, maiores serão as taxas de conversão final.

Força Total com SEO

Realmente esse tópico é bem profundo e complexo, porém existe o “be-a-bá” que deve ser feito para garantir pelo menos estar na frente da grande maioria dos outros concorrentes. Entre as básicas: identificar as palavras chave da loja virtual e principalmente dos produtos, definir as palavras chaves em cada página de produto (titulo, conteúdo, meta tags), conquistar e criar uma rede links externos. Quem não dedica um tempo essencial para esses itens fundamentais está em grande desvantagem, porque em recente pesquisa foi comprovado que as maiorias dos tráfegos da loja virtual são oriundos de motores de busca.

Fonte: E-Commerce News e Google

 

Quase 8 em cada 10 varejistas globais afirmam que os motores de busca (SEO) são “excelente” (31%) ou “bom” (48%) quando se trata do retorno sobre o investimento (ROI), enquanto 70% acreditam que o e-mail marketing é excelente (23%) ou bom (47%) neste quesito, segundo um estudo apresentado em março de 2012 pela Econsultancy em parceria com a Adestra. Links patrocinados (56%), marketing de afiliados (44%), redes sociais (44%), mobile marketing (41%), marketing direto off-line (36%) e a publicidade on-line (28%) completam a lista dentre os canais com melhor desempenho em relação ao retorno sobre o investimento.

As agências / consultorias concordam com os dois primeiros nomes da lista, embora acreditam que o e-mail marketing seja mais eficaz em retornar o valor investido, com 82% afirmando que o retorno sobre o investimento deste este canal é excelente (37%) ou bom (44%), enquanto 78% enxergam o ROI do SEO como excelente (32%) ou bom (46%).

Mobile Marketing é o que mais cresce em efetividade

Dados do “Email Census 2012″ também mostram que o Mobile Marketing foi o canal que mais cresceu na avaliação dos varejistas em termos de efetividade, aumentando 7 pontos percentuais em relação ao ano anterior, à frente do aumento registrado pelo SEO (6%), e-mail marketing (5%) e publicidade online (4%). Quando comparado aos dados de 2008, os resultados são ainda mais favoráveis ao Mobile Marketing, crescendo 23% no período.

2 em cada 3 empresas segmentam sua de base de e-mails

A segmentação de bases de e-mail marketing é a atividade mais comum dentre os varejistas que realizam campanhas do gênero, com dois terços afirmando segmentar e 20% com planos para segmentá-la. A segunda prática mais difundida é a limpeza diária de e-mails inválidos (52%), seguido por envio de e-mail com conteúdo editorial que incentivam os inscritos a compartilharem (48%), e-mails de pós-venda (40%) e e-mail de re-marketing (34%) – como aqueles enviados após o cliente abandonar o carrinho de compras.

No entanto, a prática de segmentação de listas de e-mails vem diminuindo ao longo do tempo, decrescendo 9% desde 2011, enquanto o envio de e-mails de pós-venda apresentou a segunda maior queda (-7%). Na verdade, a única atividade inclusa no estudo que ganhou em popularidade foi o envio de e-mails com conteúdo editorial.Ainda assim, a maioria (30%) dos varejistas afirma que a segmentação de sua base de e-mails será o foco principal durante o ano de 2012, à frente do planejamento e mensuração de resultados (ambos com 29%).

Curiosamente, varejistas que afirmam segmentar sua base de e-mails são duas vezes mais propensos a avaliar o ROI de suas campanhas como boa ou excelente, em comparação com outros comerciantes que não realizam nenhum tipo de segmentação (84% vs 38%).

Botões de compartilhamento de conteúdo aumentam a taxa de cliques

Peças de e-mail marketing que possuem botões de compartilhamento de conteúdo possuem taxas de cliques (click-through -CTR) 115% maior quando comparado aquelas que não incluem (5,6% vs 2,6%), segundo um estudo divulgado em janeiro de 2012 pela GetReponse (Clique aqui para ler). Dentre os botões avaliados, o do LinkedIn apresentou o melhor desempenho (9,6%), seguido por Facebook (5,4%) e Twitter (5%).

Fonte: E-Commerce News e Google

Uma loja virtual de sucesso não surge da noite para o dia e existem algumas dicas essenciais para quem deseja ingressar no comércio eletrônico. Em 2010, o e-commerce no Brasil movimentou cerca de 210 bilhões de reais em negócios. Os números sobre negócios realizados em loja virtuais brasileiras, divulgados pela FGV-EAESP, representam somados os valores das transações negócio a negócio (B2B), de 150 bilhões de reais, e negócio a consumidor (B2C), de 60 bilhões de reais. Este ano os resultados devem ficar no mínimo 30% acima.

Porém, embora os números sejam bastante positivos e o mercado promissor, é preciso corresponder à expectativa de seus consumidores online.

Como montar uma loja virtual de sucesso?

Montar uma loja virtual de sucesso é oferecer aos seus clientes exatamente o que eles procuram. Para isso, o GetElastic elaborou essa lista sobre o que seus clientes esperam de uma loja virtual, baseando-se numa pesquisa elaborada pela OneUpWeb. Veja as conclusões do estudo:

Clareza nos preços

Um dos principais motivos que levam à desistência da compra. Seja objetivo e coloque o seu diferencial. O consumidor vai adorar a sua transparência e vai ganhar confiança.

Credibilidade e segurança

Para oferecer uma experiência de navegação agradável ao usuário, é aconselhável ter um design clean, além de normas de segurança, classificação dos produtos e um endereço para ajuda. Crie uma navegação intuitiva e várias formas de interação imediata. Não deixe a dúvida do cliente inviabilizar a compra.

Exposição do produto

No marketing virtual, não basta apenas expor seu produto, mas também buscar uma forma de manter seu consumidor interessado em explorar o site. Já pensou em colocar um pequeno vídeo do produto na página de detalhes? Não? Saiba que isso aumenta em muito a sua taxa de conversão.

Design da loja virtual

Conta muito na hora de se apresentar como confiável e mais ainda, deve ser dirigido ao seu público. Um bom exemplo é o de lojas virtuais voltadas para os adolescentes.

Cálculo imediato do preço final

Mostre o preço final do produto, incluindo taxas de entrega, descontos e demais valores logo na página de detalhes de produtos da sua loja virtual. O consumidor quer saber exatamente o que vai estar pagando e por isso, se antecipe e forneça o mais rápido possível estes dados.

Canal de busca da loja virtual

Quanto maior seu catálogo de produtos, maior a importância de facilitar a busca de seus consumidores de uma maneira direta. Procure também por ferramentas capazes de sugerir produtos alinhados ao que ele procura. Não se esqueça que a compra de impulso é geralmente a mais irresistível e mais vantajosa. Uma loja virtual de sucesso trabalha com maestria a questão das buscas internas.

Privacidade

Não basta apenas ter uma declaração de privacidade, mas uma capaz de permitir que seu cliente encontre as informações necessárias. Declaração de privacidade todo mundo tem, ou pelo menos deveria, mas deixar ela pública e acessível é outra estória.

Opinião dos consumidores

Muitos estudos mostram a importância de ter um espaço dedicado à testemunhos e comentários de outros usuários, as famosas resenhas. Saber o que as pessoas que compram em sua loja acham do seu procedimento ajuda a criar uma imagem mais propícia às compras.

Serviço ao consumidor

Nada menos que 76% dos clientes querem mais informações à respeito dos produtos que desejam. Um serviço online pode reduzir o número de desistências e facilitar a comunicação entre empresa e consumidor. Os sistemas de atendimento on-line são ótimos para isso.

Direcionamento para redes sociais

Um em cada cinco consumidores querem compartilhar informações através de suas redes sociais. Coloque ferramentas fáceis para a transmissão dessas informações. Você sabia que consumidores que conhecem lojas pelas redes sociais tem muito mais chances de comprar em sua loja?

Fonte: E-Commerce News e Google

Muitos empresários, quando começam a operar on-line, sentem que os métodos tradicionais de promoção não são tão eficientes quando se trata de comércio eletrônico. Assim, consideram investir no marketing digital. O problema é que, por ser uma área relativamente nova, eles muitas vezes não sabem exatamente por onde começar ou quais são as opções disponíveis no mercado e quais são as mais adequadas para o as suas necessidades. Com este post, esperamos apresentar alguns canais e formas de divulgação aprovados pelo mercado pela sua eficiência. Mais detalhes serão dados em posts futuros.

Uma das grandes divisões do marketing on-line é o SEM (Search Engine Marketing), que engloba todos os tipos de divulgação feitos em volta dos mecanismos de busca. As principais modalidades que formam o SEM são:

Anúncios patrocinados: Textos promocionais associados a palavras-chave, com links para páginas relevantes. Um exemplo dessa modalidade é o Google AdWords. Tremendamente efetivos para levar clientes para dentro das lojas, mas sua estratégia precisa ser muito bem definida, pois cada clique é pago, e sem produtos de qualidade ou preços competitivos, não há retorno, somente gastos.

Otimização para buscas orgânicas: O famoso SEO. Basicamente, trata-se do processo de adequar um site para ser “lido” com a maior eficiência possível pelos mecanismos de busca, além de refinar e focar seu conteúdo para máxima relevância, o que é considerado fundamental pelo Google.

Uma solução de marketing anterior ao SEM, mas ainda muito eficiente, é o E-mail Marketing, onde promoções ou ofertas de serviço são enviadas diretamente para o endereço dos clientes. Originalmente era um processo longo e complicado, mas com ferramentas de envio em massa e segmentação avançada, o envio de E-Mail Marketing se tornou altamente efetivo e relevante.

Uma tendência fortíssima que tem recebido muita atenção do mercado é o marketing de conteúdo. Ele é feito através da criação de conteúdo on-line, que pode ser em forma de textos de blog, e-books, vídeos ou até mesmo Podcasts. Além de trazer tráfego focado para seu site, promove-se o seu produto ou serviço ao mesmo tempo, inclusive melhorando o posicionamento da sua marca na busca do GooglAs mídias sociais também são uma forma de marketing que está crescendo assustadoramente. Cria-se uma fan page no Facebook para interagir com o público, divulga-se material interessante no Twitter e posta-se vídeos informativos no Youtube, tudo objetivando uma maior mind share junto ao público em geral. Sua função, porém, não é estritamente a de marketing, mas sim a de algo intermediário entre marketing, publicidade e relações públicas, com uma ênfase grande em branding.

Independentemente da forma de marketing escolhida, ela deve ser mensurada da forma mais detalhada possível. A ferramenta mais popular para métrica on-line é o Google Analytics , que atende às necessidades da maioria dos sites com folga.

Esperamos que este post seja uma porta de entrada para empresários que estão começando a pensar no marketing eletrônico para seus negócios on-line. Para mais detalhes ou dúvidas, entre em contato com o departamento de Marketing da Bis2Bis. Com certeza você fará a escolha mais acertada para as suas necessidades!

Fontes: E-Commerce Brasil e Publicitário Virtual

O comércio eletrônico brasileiro está chamando a atenção pelos faturamentos crescentes, e por ser uma prática séria e promissora de comercialização nacional. Tudo isso está atraindo inúmeros empreendedores às vendas online, no entanto, para uma loja virtual seguir a linha de sucesso do e-commerce, é preciso desenvolver habilidades de grande importância e impacto na conquista dos e-consumidores.

 

Abaixo alguns aspectos essenciais para aqueles que desejam destacar-se no comércio eletrônico.

Usabilidade

Organize sua loja de forma que os clientes entendam e realizem suas negociações sem dificuldades, com um ambiente organizado e informações fáceis de serem encontradas.

Navegabilidade

A facilidade de chegar às páginas que se deseja o mais rápido possível é conhecida como navegabilidade. Quanto menor for o tempo e o número de cliques necessários para chegar à determinada página, maior o índice de navegação em sua loja virtual.

Encontrabilidade

Refere-se à facilidade de encontrar o produto que se procura. Nesse fator é importante destacar a disponibilização de recursos como a Busca Rápida na loja, bem como a organização dos menus e a utilização de tags nos textos dos produtos.

Competitividade

O mercado virtual é competitivo. Logo, para uma loja virtual ter sucesso no e-commerce é preciso realizar um ótimo SEM (Search Engine Marketing) e sempre trabalhar o SEO. Também é necessário buscar sempre bons preços, parcelamento de cartões, bom atendimento, frete gratuito, etc. Tudo o que possa torná-la mais interessante do que a concorrência.

Comprabilidade

É indispensável, ainda, que a loja virtual possua o fator de comprabilidade, onde o processo de finalização de compra seja simples. O cliente encontra o produto, escolhe o frete, efetua o pagamento e finaliza a transação. Sem problemas, sem impedimentos, sem dificuldades.

Todas essas habilidades têm o único objetivo de facilitar a navegação na sua loja virtual, pois os produtos são encontrados facilmente, os preços são compatíveis com seu público-alvo e seu consumidor fecha a venda sem ter problemas, sua empresa online, certamente, conquistará um espaço promissor no e-commerce brasileiro.

Fonte: E-commerce News

 

Uma das partes mais sensíveis de uma loja virtual é a página de detalhes do produto, que funciona como verdadeiro ponto de partida para a efetivação da compra. Há maioria dos empresários, se focam somente com os “carrinhos abandonados”, mas poucos se preocupam com os “produtos abandonados”.

Por vezes a página de detalhes do produto apresenta problemas tão grandes, que a intenção de venda acaba ali mesmo, seja por falta de informação para o usuário ou então por caminhos difíceis de serem seguidos para a concretização da venda. Pesquisas foram realizadas para analisar o desempenho e otimização dos produtos abandonados, para assim conseguir uma taxa de conversão cada vez maior para as lojas virtuais, aumentando a performance.

Abaixo algumas dicas para a sua loja virtual, através de aprimoramentos nas páginas descritivas dos produtos da loja.

1 – Imagens nas páginas de detalhes de produtosA imagem é a primeira venda de uma loja virtual, portanto, certifique-se de estar usando as melhores imagens possíveis em sua loja virtual. Além da qualidade é importante que você ofereça diversos ângulos de visão do produto.

2 – Botão comprar em destaque aumenta a conversão no e-commerceO botão comprar precisa estar em uma posição de destaque na página de descrição dos produtos e apenas ele deve ter a aparência de botão. Se você tiver outros links na página de descrição de produtos, não crie botões neles, trate-os como texto ou qualquer outra forma de acesso, menos o formato clássico de botão.

3 – Vídeos de produtos na página de detalhes de produtosColoque um pequeno vídeo hospedado no YouTube com não mais que dois minutos de duração e a taxa de conversão aumentará em até 30%, além é claro, de reforçar a divulgação através do YouTube.

4 – Crie uma rotina de otimização para a página de produtosOs resultados da busca orgânica garantem as melhores taxas de conversão de uma loja virtual. Portanto, para facilitar a indexação através dos mecanismos de busca como Google, Yahoo e Bing, crie uma rotina básica para a otimização dos fatores onpage da página de detalhes de produtos do seu e-commerce. O SEO no e-commerce é decisivo para o sucesso de qualquer comércio eletrônico.

5 – Forneça informações sobre frete na página de detalhes do produtoIncorpore um formulário ou campo para o cálculo do frete do produto na página de detalhes. Se você estiver com uma estrutura de logística de entrega com preços competitivos, seus clientes estarão mais propensos a comprar imediatamente em sua loja virtual sem ficar navegando por outros sites.

6 – Apresente todas as formas de pagamento na página de detalhes do produto de sua loja virtualAs pessoas detestam iniciar o processo de compras e ao final descobrirem que a loja não oferece a opção de pagamento pela qual elas gostariam de realizar a compra. Para evitar isso, exiba na página de detalhes do produto do seu e-commerce todas as opções de pagamento que você oferece.

7 – Incentive a indicação através das redes sociaisAs indicações de amigos através das redes sociais são um dos fatores de maior conversão para uma loja virtual. Por isso, facilite estas indicações através da inclusão dos botões de Curtir do Facebook e Twitter na página de detalhes do produto para que as pessoas os indiquem de maneira rápida e automática.

8 – Disponibilize uma opção de atendimento online no seu e-commerceOs chats tem uma função muito especial no e-commerce, auxiliar imediatamente o cliente em caso de dúvida e com isso facilitar o processo decisório. Por isso, é interessante que sua loja virtual possua a opção do cliente acessar de maneira fácil o serviço de atendimento online quando está na página de detalhes sobre os produtos.

Fonte: Guia de Ecommerce

O sistema Magento é uma plataforma de E-commerce, Open Source, ou seja, é um sistema de código fonte aberto, onde é possível baixar gratuitamente da Internet, e instalar em um servidor de sua responsabilidade. Muito seguro, e tecnologia apurada de SEOSearch Engine Optimization, é sem dúvida o sistema mais completo da atualidade, com recursos muito avançados, facilitando a indexação nos buscadores como o Google.

O Magento roda em um servidor Linux com PHP e base de dados MySql, que também são gratuitos, não exigindo investimentos em licenças de softwares. Possui avançados recursos que um sistema de e-commerce pode oferecer com uma infinidade de módulos adicionais que podem ser instalados e personalizados na loja virtual. Recursos Avançados de SEO, que se explorados podem fazer toda a diferença, trazendo tráfego orgânico, não pago, ou seja, diminuindo os custos de marketing digital.

Muito forte nos quesitos de segurança e estabilidade e por ser um sistema rodando em um servidor próprio, as informações da loja virtual do banco de dados, como cadastro de clientes, produtos, pedidos e transações são totalmente privadas, sem acesso de terceiros, diferentemente se a loja fosse alugada.

Apesar de todas essas vantagens e por ser um sistema Open Source, com alto padrão de programação estruturada, baseado em Zend, o Magento exige mão de obra altamente especializada, que dependendo do projeto e das exigências, pode se tornar um custo de instalação, configuração e manutenção significativo que devem ser considerados no projeto.

No Brasil o Magento está em uma fase madura, com pacotes de tradução português-brasil, uma comunidade local forte e ativa, além de bem ambientado e formatado para a realidade para uso no Brasil (meios de pagamento, cálculo de fretes, etc.).

Após a análise da plataforma, mesmo que você atenda aos requisitos de robustez de servidor, corre o risco do sistema ainda assim ficar lento, o que prejudica em muito suas ações de Marketing Digital. A dica é contratar um serviço completo (hospedagem + configuração magento + manutenção magento) com uma única empresa, que esteja apta a prestar um serviço de qualidade.

Fonte: Blog do E-commerce

 

Após uma pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), sobre a internet no Brasil, foi identificado que há no país mais de 73 milhões de internautas, e que em torno de 14 milhões utilizam os serviços de e-commerce, o que representa 19% da população virtual do Brasil.

Diante desse quadro, segundo especialistas, a taxa média de conversão das lojas virtuais brasileiras fica entre 1% e 2%. Ou seja, a cada 100 pessoas que entram no site, apenas duas compram.

A pergunta é: Como fazer para manter os outros 98 clientes dentro da loja virtual?

É necessário que o lojista virtual entenda seu e-commerce como uma loja física e comece a oferecer um serviço diferenciado, para o usuário consumir, exatamente como ele se sente quando visita a loja de sua preferência.

Abaixo algumas dicas para não deixar o cliente desistir da sua loja virtual e realizar diversas comprar online.

1 – Selecione a fonte de tráfego: Entenda exatamente quem é o seu público alvo, e conheça as mídias que podem trazer esse público para dentro do seu site. O ideal é fazer a seleção de pessoas que você quer em sua loja virtual e, dessa forma, você passa a contar apenas com pessoas interessadas nos seus produtos.

2 – Exposição de produtos: Depois de trazer o público para dentro do site, é hora de pensar no produto, e expor da melhor forma possível, nos mínimos detalhes. A boa descrição e fotos reais do produto sem qualquer montagem passam credibilidade ao cliente, lembre-se que na loja virtual não existem vendedores como na loja física.

3 – Fique atento à concorrência: Fique de olho no preço aplicado pela concorrência. Já existem ferramentas que monitoram automaticamente o mercado, e auxiliam para que os valores do seu site sempre estejam interessantes e não afastem o cliente. Os comparadores de preço apontam isso ao e-consumidor.

4 – A busca Inteligente deve atuar como um vendedor digital: As ferramentas de busca e links patrocinados devem ser as mais inteligentes possíveis, e para isso já existem plataformas que armazenam e fazem o reconhecimento de informações. O SEO (Search Engine Optimization) e o SEM (Search Engine Marketing), também ajudam na otimização da loja virtual, através das buscas orgânicas, garantindo um melhor posicionamento.

5 – Acompanhe o cliente em tempo real: Existem ferramentas que permitem acompanhar todos os passos do cliente dentro da loja. Atuando como um gerente, é possível personalizar o atendimento conforme o perfil e hábitos do usuário na loja virtual. Em casos onde o cliente abandona o carrinho, o lojista pode oferecer através de um “pop up” descontos, frete grátis ou algo que segure o cliente no momento da venda.

6 – Bom atendimento: O cliente sempre preza por um bom atendimento, muitas vezes ele chega, inclusive, há pagar um pouco a mais por conta da importância que lhe é dada. Deixe bem transparente o seu diferencial no tratar com o cliente. Faça com que o usuário não tenha dúvidas. A entrega no prazo estipulado é muito importante, mas se não for possível, avise antes.

7 – Deixe seu site mais vendedor: Ofertas atraem os consumidores, deixe seu site cheio de oportunidades e passe uma mensagem forte e com imediatismo. Faça promoções por tempo limitado e se possível ofereça frete grátis acima de um determinado valor. Tudo é válido para deixar seu site mais atraente aos olhos do e-consumidor.

8 – Plataforma eficiente: Sua loja virtual deve contar com tecnologia de ponta, dando importância à infraestrutura e prezando pela performance. É muito comum o aumento de abandono em sites lentos. Valorize as plataformas baseadas na tecnologia SaaS, a evolução e a integração de novas ferramentas é muito mais rápida e fácil. Acompanhe as tendências e tenha uma constante evolução na taxa de conversão da sua loja. SaaS quer dizer Software as a Service, a famosa nuvem.

09 – Redes Sociais invadindo seu site: Ao invés de ir para as redes sociais, traga-as para dentro do seu site. Relacione seus produtos com os comentários nessas mídias, faça com que os consumidores possam recomendá-los a seus amigos. As redes sociais também funcionam como uma espécie de review do produto. Muitas lojas já têm colocado o botão “curtir” ou o “+1” nas páginas de produto.

10 – Segurança: Como em qualquer lugar, o cliente deve se sentir seguro dentro do seu site, principalmente na hora de ceder informações pessoais e financeiras, como dados de cartão de crédito. Ter uma certificação de segurança é passar uma confiança fundamental ao cliente, provando que sua loja virtual é um ambiente sério e correto.

11 – Formas de pagamento: Quanto mais métodos de pagamentos disponibilizados ao cliente, melhor. Ofereça pagamento por diversas bandeiras de cartões de créditos, débito em conta, boletos bancários, entre outros. Tenha diversos meios de ser compatível com o que o cliente quer utilizar para efetuar a compra.

Fonte: E-commerce Brasil

 

Chegou uma novidade no Google AdWords para campanhas de links patrocinados, o relatório de parcela de impressões que mostra quantas impressões a sua campanha está perdendo, classificadas por dois motivos principais: por classificação e por orçamento. O interessante é que em breve este relatório poderá ser feito no nível do grupo de anúncios.

Existem duas razões que levam a sua campanha a perder impressões. Ou o seu orçamento é insuficiente para cobrir todas as buscas pelas suas palavras-chave naquele dia, ou seus anúncios estão posicionando na segunda página dos resultados de pesquisa, onde quase nenhum usuário acessa.

De acordo com o Google nas próximas semanas três novas colunas serão adicionadas à guia “Grupo de Anúncios”: Parcela de impressões; parcela de impressões perdidas (classificação) e parcela de impressões de correspondência exata.

O usuário do Google AdWords terá informações ainda mais detalhadas para entender o potencial de buscas que sua campanha não está atingindo. Com isso é possível realizar todo o tipo de otimizações (SEO), seja um aumento no investimento, uma mudança no CPC, acrescentar palavras negativas, ou mesmo desligar algumas palavras que convertem pouco.

Fonte: Web Traffic

 

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